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Futebol Profissional

Martelotte x Gilmar Dal Pozzo, ex-goleiros do Santa Cruz na beira do gramado no Clássico das Emoções

Publicado: quinta-feira,15 de outubro de 2015, às 09:34
Por: Daniel Lima

Santa Cruz e Náutico são comandados por ex-goleiros. Marcelo Martelotte x Gilmar Dal Pozzo, um duelo particular de profissionais que já disputaram clássicos em Pernambuco quando atuavam debaixo das traves. No dia 17 de outubro, no Arruda, os treinadores ficarão frente a frente e com objetivos iguais: vencer para continuar no páreo em busca do acesso à Série A.

Gilmar Dal Pozzo defendeu o Santa Cruz em 2006, quando o time foi vice-campeão do Campeonato Pernambucano - após perder a decisão nos pênaltis contra o Sport Recife, quando o ex-goleiro chegou a executar uma cobrança e converteu. Dois anos depois, ele se aposentou e começou uma nova trajetória como treinador. O comandante acumula passagens por Criciúma/SC, Chapecoense/SC e ABC/RN, último clube antes de acertar com o Náutico nessa reta final da Série B.

A história de Marcelo Martelotte no Santa foi iniciada nos anos 90. Naquela época, o então goleiro participou de uma das conquistas mais históricas do clube. Sagrou-se campeão pernambucano em 1993, quando os tricolores venceram o Náutico pelo placar de 2 a 1. Uma vitória suada, nos minutos finais e com um jogador a menos dentro das quatro linhas. Além disso, atuou com a camisa 1 em 1999. Só aí, duas passagens como goleiro.

Vinte anos depois do momento histórico, Martelotte encarou o desafio de treinar o time coral. Antes de aceitar, ele só havia comandado duas equipes menos expressivas do futebol brasileiro, Taubaté/SP (2003) e Ituano/SP (2012), além de ser técnico interino do Santos/SP, de 2010 a 2012. Como treinador do Santa Cruz, voltou a ser idolatrado pela torcida tricolor após conquistar o Campeonato Pernambucano de 2013. Naquele momento, o tricampeonato foi comemorado em plena Ilha do Retiro.

Depois de fazer história e colocar o primeiro título no currículo de técnico, o profissional de 46 anos frustrou a nação coral. Logo após o estadual, deixou o Arruda e acertou com o maior rival, o Sport Recife, onde realizou um trabalho de altos e baixos. De lá pra cá, passou por vários clubes: Náutico (2013), América/RN (2014) e treinou duas vezes o Atlético/GO (2014 e 2015). O detalhe é que em 2013 treinou o trio de ferro pernambucano.

Apesar de muita polêmica e falta de ética na saída de Martelotte do Santa Cruz em 2013, a diretoria decidiu contratá-lo no dia 13 de julho para ser o substituto de Ricardinho, que deixou o clube na zona de rebaixamento da Série B (18ª colocação). Ao assumir o tricolor pela segunda vez, ele fez o time reagir na competição, saiu do Z-4 e hoje está entre os quatro mais bem classificados (4ª posição).

 

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