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Santa Cruz sinaliza cumprir contrato com a Penalty e Alírio Moraes ameniza críticas à fornecedora

Publicado: segunda-feira,9 de novembro de 2015, às 16:26
Por: Daniel Lima

O Santa Cruz deve mesmo cumprir o contrato com a Penalty. Fornecedora de material esportivo do clube desde 2009 e com vínculo até 2018, a empresa estava com uma relação no limite com os tricolores. Tanto é que, no início do mês de agosto, a diretoria coral ameaçou romper a parceria. O atraso de verbas e produtos em falta foram os motivos da insatisfação, segundo o presidente Alírio Moraes, que chegou a criticar o fornecedor e colocou em pauta um possível distrato. 

Após o ultimato do Santa à Penalty, as partes parecem perto de um acordo, pelo menos foi o que o mandatário do clube deixou explícito nas entrelinhas. Além do mais, ele sinalizou a permanência do fornecedor de material. “A continuidade não é uma decisão minha. É uma decisão através do contrato que foi firmado. O que a gente lutou e vem lutando é para ter um tratamento igualitário (com a Penalty), como outras equipes do futebol brasileiro, como o Cruzeiro, o Bahia, que a fornecedora patrocina. A mesma qualidade de produto, o mesmo atendimento nas lojas de varejo”, disse Alírio Moraes.

NEGOCIAÇÃO
De acordo com o presidente coral, o Santa Cruz segue negociando algumas melhorias com a empresa, mas, antes da reunião, o clube procurou averiguar todas as situações de mercado, já projetando um marketing mais forte com a Penalty. “Foi feita uma imersão muito grande nesse sentido. Colocamos profissionais para visitar pontos de vendas, fizemos pesquisas. Então, nos preparamos muito para essa discussão. A negociação com a Penalty ainda está sendo finalizada, mas a tendência é que ela permaneça”, contou. 

DIÁLOGO
Apesar do aborrecimento com a fornecedora, Alírio Moraes utilizou o diálogo como principal medida e parece que as solicitações devem começar a serem atendidas. Segundo o mandatário, a empresa passou por mudanças internas e reconquistou a confiança do clube. Caso o Santa quebrasse o contrato, uma multa rescisória teria que ser paga e o caso também iria para a Justiça. Desta forma, a decisão foi não comprar uma briga judicial, que poderia gerar problemas futuramente. 

“Houve uma mudança na gestão da empresa e isso facilitou muito. Antes, eles estavam num processo de intervenção financeira e a equipe que estava lá não olhava muito para o lado comercial. Assim, desprezavam um pouco o mercado. Além de nós, outras equipes estavam com problemas com eles. Agora, voltou o sócio originário para a empresa. Ele fez questão de me receber pessoalmente e trouxe uma nova faixa de remuneração pra gente. Então, eu não vejo por que se comprar uma briga agora e ir para a Justiça, criando um problema. Ainda mais, teria que se pagar uma multa muito elevada”, explicou.

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