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Futebol Profissional

Perto de chegar à Série A, Renatinho recorda reerguimento do clube desde o abismo até a glória

Publicado: sábado,21 de novembro de 2015, às 12:29
Por: Daniel Lima

Em 2009, o Santa Cruz ficou sem divisão e abriu o maior abismo da história do futebol ao disputar a Série D, última divisão do brasileiro, que por coincidência teve a sua primeira edição há seis anos. Prata da casa, o meia Renatinho respira os ares do Arruda desde essa época, quando veio da cidade de Serra Talhada para as divisões de base coral. Chegou a morar na concentração e cresceu como jogador com muita lealdade.

Carismático, o baixinho de 1,57m praticamente se tornou um mascote da torcida coral e foi um dos principais responsáveis por tirar o Santa do fundo do poço até o ressurgimento no cenário nacional. A trajetória de sucesso no Arruda começou com o título de melhor lateral-esquerdo do Campeonato Pernambucano de 2011. Depois daí, durante esses seis anos defendendo o clube das três cores, conquistou quatro títulos pernambucanos, dois acessos, um da Série D para a C e dessa para a B, além de ser campeão brasileiro da Série C. 

Agora, o meia Renatinho, que será titular no lugar do suspenso Lelê, pode levar o Mais Querido à elite do futebol. Ele terá que ajudar o Santa Cruz a vencer o Mogi Mirim/SP, no sábado (21), no estádio Novelli Júnior, em Itu, já que apenas três pontos separam o tricolor da primeira divisão.  

"São seis anos no clube. Passa um filme muito grande na minha cabeça.  A história vai se tornando bonita. Espero que nesse sábado mais um capítulo da minha história seja bem sucedido aqui no Santa Cruz, conquistando o objetivo de subir para a Série A. A expectativa é boa e os pensamentos são positivos de recordações que passaram. Espero fazer um grande jogo", relembrou.

PÓS-CLÁSSICO
"Por incrível que pareça, aquela derrota para o Náutico foi boa. Fortaleceu nosso grupo e nos fechamos. Vimos que tínhamos que ter os 'pés no chão' e humildade. Procurar escutar mais uns aos outros. Depois daquele clássico, crescemos na competição. É claro que ninguém gosta de perder (para um rival), principalmente a torcida, mas foi bom. O divisor de águas foi o jogo contra o Bahia. Se tivéssemos perdido, hoje, estaríamos fora da briga, como aconteceu com o Bahia. Foi importante vencer na Fonte Nove. Arrancamos e resgatamos a confiança para chegar até aqui", analisou.

Foto: CoralNET

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