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Possível líder e capitão do Santa, David comenta sobre mudança de posição da época do Náutico

Publicado: sexta-feira,13 de janeiro de 2017, às 10:10
Por: Daniel Lima

Um dos homens de confiança do técnico Vinícius Eutrópio é o volante David. Ambos já trabalharam juntos em três clubes: Grêmio Barueri-SP, Fluminense-RJ e Atlético-PR. Além do bom relacionamento com o treinador, o jogador de 34 anos é o mais velho do elenco do Santa Cruz e tem experiência de sobra. É por esses fatores que o recém-contratado é postulante à vaga de líder do time na temporada de 2017. Inclusive, o treinador coral confirmou a possibilidade do atleta ser uma das lideranças da equipe. 

Apontado como liderança, David não foge da responsabilidade e acredita que de forma natural pode exercer esse papel de porta-voz. "É uma coisa natural pela minha idade, por ter jogado em outras equipes. Lógico que cada um tem a sua responsabilidade dentro de campo e os mesmos direitos de cobrar, de falar e exigir. Dentro de campo, são 11 lideranças, e, com um pouco mais de experiência, a gente pode controlar (o time) de alguma forma”, declarou. 

Por conta da sua rodagem no futebol, o volante também é um dos candidatos a capitão do Santa. No entanto, ele ainda pondera sobre essa possibilidade, mas garante estar preparado para carregar a braçadeira. “É uma honra ser capitão de uma equipe como o Santa Cruz, de tradição. Mas a gente tem que respeitar os profissionais que estão aqui desde o ano passado, o caso do Vitor e de jogadores com mais tempo de clube. Mas estou aberto a exercer a função também. Não fujo do compromisso. Se for a opção do Vinícius, vou procurar ajudar”, acentuou. 

POSIÇÃO
David jogou no Náutico em duas oportunidades, em 2005 e 2009. À época, atuava como meia de criação. Hoje, ele é considerado um volante, sendo responsável por marcar no meio de campo e começar as jogadas do time. Além da mudança de posição, o jogador volta ao Recife, oito anos depois, mais maduro. 

“A idade chega. A função que eu exercia naquela época era um pouco diferente. Hoje atuo um pouco mais para trás, como segundo homem e até mesmo como primeiro volante. Jogo mais de frente para o jogo e isso vem facilitando minha vida nesses cinco anos que estou jogando nessa posição. Me adaptei bem. O que não vai mudar nunca é a minha atitude, compromisso e responsabilidade com a camisa. Isso vem de dentro de mim”, explicou. 

EXPERIÊNCIA
“A gente adquire mais confiança e experiência. Naquela época tinha mais vigor físico, mas era mais imaturo e inseguro”, encerrou. 

Foto: CoralNET

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