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Futebol Profissional

Júlio César minimiza "meninice" de Everton Felipe e já sente clima de rivalidade para o clássico

Publicado: quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017, às 13:16
Por: Daniel Lima

As provocações do garoto Everton Felipe, do Sport Recife, com o Santa Cruz ainda repercutem no Arruda, mas estão longe de incomodar os tricolores. Para o goleiro Júlio César, as brincadeiras fazem parte da rivalidade do futebol, mas ao mesmo tempo critica a falta de maturidade do jogador adversário em suas declarações. Experiente, o camisa 1 coral ainda acrescentou que gozações ficam para os torcedores.

"A gente encara com uma naturalidade enorme. Eu tenho 32 anos e já passei dessa época de 'disse-me-disse'. É uma coisa que não acrescenta em nada. Vi algumas declarações de Everton Felipe, mas ainda é um menino e tem muito o que aprender. É mais bacana ter uma postura como a de Magrão, Durval. Mas isso também faz parte do futebol e não temos que ficar com 'mimimi'. Se ele gosta, tem que fazer isso mesmo. Cada um faz do seu jeito. Gozações e zoeiras a gente deixa para o torcedor", ponderou.

Já acostumado com os jogos contra o Sport Recife, desde a época em que defendia o Náutico, Júlio César vai disputar seu primeiro Clássico das Multidões. Apesar do fato ser inédito, o goleiro deixa a rivalidade para a torcida, mas já sente um clima diferente e de ansiedade nas ruas antes da partida de sábado (16), às 16h30, no estádio do Arruda, pela quarta rodada do Hexagonal do Título do Campeonato Pernambucano.

"Sempre tem um rival que a torcida tem um pouco mais de raiva. É algo diferente. Essa semana foi um pouco diferente nas ruas, no clube e nas redes sociais. Você vê que o torcedor fica mais ansioso para que chegue o clássico, até por tudo que Santa Cruz e Sport têm passado nos últimos tempos. Mas para nós jogadores não faz diferença nenhuma", declarou.

EXPECTATIVA
"Pra mim não tem diferença, mas para o torcedor tem um significado a mais, pela rivalidade e pelos clubes terem disputado finais nos anos anteriores. É claro que é sempre bom vencer um clássico. A gente tem que encarar com o espírito de rivalidade, pois sabemos que para o torcedor e para o clube valem muito. Os três pontos são os mesmos, mas pela confiança e moral ajudam um pouco mais", encerrou.

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