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Futebol Profissional

Givanildo Oliveira valoriza ponto conquistado e fala da necessidade de descanso para os atletas

Publicado: quarta-feira, 12 de julho de 2017, às 00:06
Por: Leonardo Albertim

O ponto conquistado pelo Santa Cruz diante do Luverdense, em Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso, foi valorizado por Givanildo Oliveira. O comandante coral elogiou a luta dos atletas até os minutos finais e pensa em descansar o grupo para não sofrer novamente com o desgaste que vem tirando atletas dos jogos.

O Mais Querido saiu atrás duas vezes no placar e com gols de Augusto e Bruno Silva retornam à capital pernambucana somando 18 pontos e figurando na 9° colocação da Série B. Na próxima rodada o tricolor encara o Clássico das Emoções, diante do Náutico, na Arena de Pernambuco.

“Ganhamos um ponto. Não é só aqui que é difícil. Série B é assim. E aqui o Luverdense é forte, marca em cima. Fizeram um gol, deram uma aliviada e depois voltaram de novo pro jogo. Mas tivemos bem e equilibramos. Nós tivemos que nos abrir para buscar o empate. Tinha que correr aquele risco e foi bom pela situação”, analisou o técnico.

Sem querer sair de campo derrotado, Givanildo usou as três mudanças para colocar atacantes em campo. Facundo Parra, Halef Pitbull e Júlio Sheik acionados, somados com Barbio, foram quatro e o resultado foi o esperado.

“Eu precisava ir buscar pelo menos o empate. Podia ter acontecido na bola do Pitbull, mas infelizmente não entrou (na trave). Aconteceu o pênalti e conseguimos empatar. As trocas foram positivas e nos ajudaram”, elogiou.

DESFALQUES
“De repente, chegar aqui e perder os dois laterais que estavam jogando é complicado. Tiago (Costa) não estava jogando com frequência, mas não comprometeu. Ele conseguiu controlar bem. O Gabriel (Válles) já vinha atuando e não sofreu tanto”.

JOÃO PAULO
“Eu já tinha visto o João Paulo jogar antes e sei da movimentação e dinâmica dele. Quando ele começa a jogar por dentro, caindo pelos lados, fica difícil marcar. Quando reclamei, foi pelo fato dele estar atuando de volante. Quando saiu o Wellington (Cezar), ele teve que voltar mais para buscar o jogo”.

DESCANSO
“Esses dias precisam ser de descanso. Vamos chegar na noite de quarta-feira. Então já perdemos o dia. Voltamos na quinta (aos treinos), coisa leve e na sexta já é véspera de jogo. Estou indo mais na conversa com Adriano (Teixeira) e do que eu já assisti do time. Nós temos três jogos seguidos em Recife. Precisamos olhar o desgaste para não comprometer”.

ROBERTO
“Cabeça você não domina e pensamento é a coisa mais rápida do mundo. De repente, ele entrava no jogo e lembrava que iria sair. Ninguém sabe o que vai acontecer. Mesmo se fosse sair daqui a três meses, eu não quero. Eu perguntei para ele se estava fechado mesmo. Ele me respondeu que estava, então falei que ele não iria para o jogo”.

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