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Futebol Profissional

Júnior Rocha reconhece futebol abaixo da equipe e avisa: "Temos que trabalhar mais"

Publicado: quinta-feira,25 de janeiro de 2018, às 23:09
Por: Alexandre Ricardo

Foi com tom de preocupação que o técnico Júnior Rocha avaliou mais um tropeço coral neste início de temporada. O empate em 1x1 com o Central deixou o treinador coral visivelmente incomodado com a atuação dos seus comandados, mesmo jogando em seus domínios. 

Questionado sobre a superioridade do adversário, Júnior Rocha contou o que viu do jogo. De acordo com ele, a equipe coral esteve disciplinada até os 27 minutos de partida. Depois disso, a queda técnica foi evidente e só restaram lamentações com o futebol apresentado. 

" Comandamos até certa parte do primeiro tempo e depois caímos. No segundo tempo simplesmente não fomos a campo, faz parte. Vamos reclamar menos e trabalhar mais. Ficamos impotentes às vezes do lado de fora, sem ter o que fazer. Mas nem tudo está errado, temos nossas carências e estamos atrás de corrigi-las, faz parte de uma reconstrução ", reconheceu. 

Apesar de ainda não ter encontrado o resultado positivo à frente do Mais Querido, o treinador sempre se mostrava confiante com a evolução do time. Voltando a pontuar o empenho dos atletas no dia a dia, Júnior Rocha pontuou alguns aspectos negativos que estão colaborando com o momento conturbado. 

" Às vezes me pergunto porque não estamos conseguindo aguentar fisicamente os jogos durante os 90 minutos. O comprometimento tem sido grande, tanto técnico quanto tático. O que pode estar atrapalhando é a questão psicológica, jogar no Santa Cruz não é fácil. Mas se fomos escolhidos para trabalhar aqui, temos qualidade. Vamos assumir essa responsabilidade ", alertou o comandante coral. 

COBRANÇA 
" O histórico negativo, a insatisfação do torcedor, já vem de outros anos. Essa pressão pode atrapalhar os jogadores, não foram eles que estiveram no descenso de 2017 por exemplo. Mas só nós podemos mudar isso, a camisa do Santa Cruz é pesada e ela requer resultados ". 

PLANTEL 
" Esses meninos da base que estão sendo acionados não têm culpa. Queimamos etapas com eles por conta da necessidade. Temos outros exemplos dos contratados, como Arthur (Rezende) que chegou depois do dia 2 de janeiro. Está se entregando no limite, se eu pudesse fazer seis substituições, acabaria realizando ". 

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