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Futebol Profissional

Executivo apresenta pontos negativos na busca por jogadores sul-americanos

Publicado: domingo,20 de janeiro de 2019, às 14:08
Por: Alexandre Ricardo

A especulação envolvendo o meio-campo argentino Damián Escudero, nesta semana, reacendeu uma discussão acerca da possibilidade do Santa Cruz desbravar o mercado estrangeiro, na tentativa de trazer reforços de outros países, tendo em vista a dificuldade no futebol nacional, principalmente pela questão financeira. 

Ao descartar qualquer tipo de negociação iniciada com Escudero, o executivo de futebol Luciano Sorriso foi perguntado sobre a visão do clube em relação a jogadores de países como Chile, Bolívia, Colômbia e Uruguai. Ele ressaltou a sintonia entre comissão técnica e diretoria como preponderante para todo tipo de nome que surge. 

" Eu respeito muito o Leston (Júnior). Eu sou executivo, respondo, entro em contato e discuto valores. Mas passa muito pelo aval dele. Se o clube ver que algum atleta é interessante e ele não enxergue isso, a gente vai para o debate. Tentamos entrar num consenso. Inclusive ele teve num curso da CBF onde foi pontuado algo exclusivo de atletas estrangeiros no Nordeste e suas dificuldades ", argumentou Luciano Sorriso. 

As dificuldades citadas pelo dirigente são aspectos que, de acordo com ele, se somam a problemas financeiros e acabam pesando contra a possíveis investidas em estrangeiros. No ano passado, o Santa Cruz não contou com nenhum atleta do tipo, depois de ter três gringos em 2017: o lateral-direito argentino Gabriel Vallés, o volante uruguaio Federico Gino e o atacante argentino Facundo Parra. 

" Existem atletas diferentes, como o Arrascaeta. São situações fora do nosso patamar financeiro. Temos que minimizar os erros. E o estrangeiro aqui, tem uma cultura diferente, de adaptação ao calor. Será que ele vai aceitar o Santa Cruz do jeito que está, tentando se reestruturar? No meu ponto de vista, acho eles com uma entrega e um dom absurdo. É a mesma coisa do brasileiro, que também tem dificuldade de se encaixar fora do país. São poucos que dão certo ", emendou.

Foto: CoralNET

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