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Futebol Profissional

Leston Júnior aponta falhas no desempenho e enxerga placar como reversível

Publicado: quinta-feira,18 de abril de 2019, às 00:49
Por: Alexandre Ricardo

Após a derrota para o Fluminense/RJ, o técnico Leston Júnior fez uma avaliação do rendimento da sua equipe, reconhecendo que a atuação deixou bastante a desejar no primeiro tempo, quando o adversário marcou os dois gols da vitória no jogo de ida da quarta fase da Copa do Brasil. De acordo com ele, faltou um maior ímpeto para anular as ações ofensivas do oponente. 

" Nós já sabíamos dessa posse do Fluminense, é um time que se impõe com a bola. No nosso campo, tínhamos que agredir mais. Nós não fizemos. No primeiro gol, a bola estava no nosso pé. Era algo que avisamos: 'cuidado com o contra-ataque a partir do nosso contra-ataque'. Assim, eles fizeram o primeiro e nos desestabilizamos. À medida que você está passivo, assusta. Tomamos o segundo na sequência e ali, era torcer para o intervalo chegar ", analisou o treinador coral. 

Enxergando uma mudança de postura para a segunda metade do jogo, Leston Júnior detalhou a conversa do vestiário. " A parte tática é resultado do comportamento. O componente tático é um facilitador, mas a ação do atleta que faz a diferença. Faltou acertar mais quando recuperávamos a bola. A principal mexida no intervalo foi nesta atitude ", disse.

Perguntado sobre as chances do Santa Cruz no duelo da volta, marcado para às 21h30 do dia 25 de abril, no Estádio do Arruda, o comandante apontou os caminhos a serem trilhados, em busca da reação. Com a missão de fazer no mínimo dois gols de diferença para levar a disputa para os pênaltis, o Time do Povo terá que beirar a perfeição, na ótica do técnico. 

" Nós temos uma semana para trabalhar, passar confiança. Precisamos ter um jogo próximo da perfeição. É ter tranquilidade e ajustar bem. Se isso acontecer, passamos a ter chance de reverter esse cenário. O que tem que fazer a diferença é a nossa ação após recuperar a bola. Passa pela iniciação das jogadas e pelo acabamento. Temos que acreditar na essência desse clube, que é a presença do torcedor apoiando até o final ", respondeu o treinador.

FERNANDO DINIZ 
" Não posso deixar de parabenizar o Fernando Diniz. Não é de hoje, todos os times dele são assim. Havia falado antes do jogo que em apenas uma partida desse ano o Fluminense não passou perto dos 70% de posse. É difícil realmente enfrentar. O antídoto é ser agressivo na zona do passe, mas fundamentalmente acertar após roubar essa bola ".

POSTURA 
" Essa questão de ser mais ofensivo ou defensivo, tem interferência direta de quem você enfrenta. Não dá para querer ficar pegando em cima toda hora, com linha alta de marcação. É exatamente esse o jogo confortável para os times do Fernando Diniz, pois acaba encontrando espaços ". 

ALLAN DIAS 
" Acontece que as críticas são geradas muito em lances como o do gol que ele perdeu contra o ABC/RN, no primeiro jogo. Nosso problema não passou pelo Allan Dias, não gosto de individualizar análise. Nossa iniciação foi ruim, a bola não chegou no pé de ninguém na intermediária ofensiva. Elege-se ídolo e vilão a cada 90 minutos. Num clube que busca se reconstruir, não pode entrar nessa onda de matar jogador a cada derrota ".

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