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Futebol Profissional

Leston Júnior identifica queda de rendimento sempre após boas apresentações

Publicado: terça-feira,30 de abril de 2019, às 00:26
Por: Alexandre Ricardo

Analisando o empate em 2x2 com o Treze/PB, na estreia da Série C do Campeonato Brasileiro, o técnico Leston Júnior chamou a atenção para algo que vem se repetindo durante a temporada. A má atuação no primeiro tempo desta noite não foi novidade se analisadas as partidas posteriores às grandes atuações do Santa Cruz em 2019. 

Casos como esse, logo após a vitória sobre o Fluminense/RJ, se repetiram nos resultados negativos diante de Vitória das Tabocas, Afogados da Ingazeira e o jogo da ida contra o Fluminense, que foram precedidos de boas apresentações contra Náutico, Ceará e ABC/RN, respectivamente. 

" Não podemos traçar padrão, mas nossa leitura é clara de que sempre começamos dispersos nos jogos seguintes a boas atuações. Depois que classificamos contra o Náutico na Copa do Brasil, no jogo do Ceará, mesmo com a derrota. Até falei do desprendimento emocional, a exigência física, essas coisas. E agora de novo, com o Treze aproveitando bem isso. Assim como no Maracanã, torcemos para acabar o primeiro tempo e corrigir algumas coisas ", falou o treinador. 

Leston Júnior também comentou sobre a diferença nas chances criadas antes do intervalo e a produção que o time atingiu na segunda etapa. A entrada de Guilherme Queiróz, antes dos 30 minutos de jogo, coincidiu com o momento em que o Santa Cruz ao menos ameaçou o goleiro Mario Iguatu. 

" Depois que tomamos o segundo gol, até criamos umas duas ou três chances, inclusive com bola na trave. Só que desorganizados. Criamos e oferecemos contra-ataques ao adversário, onde eles poderiam ter matado o jogo. Diferente do que foi o segundo tempo, onde produzimos, criamos, mas de maneira equilibrada. Com o controle de jogo. Vamos corrigir as falhas, trabalhando e mostrando. E potencializar o que fizemos de bom, num jogo onde criamos oportunidades e o aspecto ofensivo aflorou ", analisou.

DESGASTE FÍSICO 
" O desprendimento físico e emocional contra o Fluminense foi alto, é natural. Só que acabamos sentindo esse desgaste porque começamos o jogo perdendo de 2x0. Quando você está atrás do marcador, você acaba mandando mais energia do que o normal. A cobrança vem, um certo abatimento. Nós fomos muito dispersos e demos condições para o Treze abrir o placar ". 

JÔ 
" Enquanto eu tiver ação enquanto treinador, não vou pecar pela omissão. É um cenário terrível. Ruim para o atleta, pior para quem tem que tirar. Só que temos uma relação boa, aberta, de muita confiança. Tanto que tirei, cumprimentei. Em outro cenário, ele sairia bravo. É um episódio isolado, se tivermos que começar com ele contra o Ferroviário/CE, vamos fazer ".

GOLS 
" Fico feliz pela resposta. Os gols não vieram do Pipico, do próprio Charles que chegou perto. Foram de Neto Costa e Guilherme Queiróz. E a minha parcela é mínima nisso, é mérito dos atletas. Temos que nos apegar nas convicções, naquilo que trabalhamos no dia a dia. Conseguimos ser melhores com aqueles que entraram, inclusive o Luiz Felipe, que não fez gol mas fez bem seu papel ".

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