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O Clube

Roberto Freire pondera sobre práticas de transparência com negociações

Publicado: segunda-feira,21 de outubro de 2019, às 17:38
Por: Alexandre Ricardo

Uma das preocupações da gestão do presidente Constantino Júnior vem sendo a de publicar os valores relacionados às vendas de jogadores, tentando reafirmar o compromisso de transparência tão cobrado pela torcida nos últimos anos. Principal responsável pela organização das finanças do clube, o coordenador do Núcleo de Gestão, Roberto Freire, fez ressalvas a essa prática.

De acordo com ele, os passivos do Mais Querido continuam dificultando a saúde financeira do clube e impossibilitando que a diretoria tenha total controle sob a receita que realmente chega nas Repúblicas Independentes do Arruda. O atacante Elias, por exemplo, teve 80 dos seus direitos adquiridos recentemente pelo Athletico/PR por R$ 1,6 milhão, mas R$ 700 mil foram debitados pelo caso do também atacante André Luís, em 2017.

" A transparência tem que ser pelo caminho legal dela. Profissionalizando a gestão, conseguindo um balanço auditado por empresas externas. Quando as informações são chanceladas por empresas como essa, e no Santa Cruz temos três, elas deixam de ser nossas. É diferente. E aí há transparência, porque consta no balanço: 'receita por venda de atleta'. Ficamos com R$ 900 mil de Elias por uma dívida com o Athletico. Ou fazia, ou o Santa não disputava competições ", disse o dirigente, em entrevista à Rádio Jornal.

Outro assunto abordado por Roberto Freire foi a busca por patrocínio, que de acordo com ele vem sendo prejudicada pelas fortes críticas direcionadas à direção, especialmente o presidente coral, principalmente depois da eliminação na Série C. Citando um exemplo concreto, ele pede mais conscientização e entendimento do que ocorre no dia a dia do clube.

" Esses ataques a Constantino Júnior foram terríveis. No meio de uma negociação de um valor substancial, por meio de um patrocinador para o ano que vem, o executivo da empresa pede para aguardar porque existe instabilidade no gestão. Voltamos a negociar nos últimos dias. As pessoas vivem exigindo profissionalização, mas o patrocinador só põe a marca dele quando os sócios estão em harmonia ", argumentou.

Foto: Bruna Costa/Diario de Pernambuco

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