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Futebol Profissional

"Gigante", Carlos Miguel carrega história de superação e tenta aparecer no profissional

Publicado: sexta-feira,13 de dezembro de 2019, às 12:12
Por: Alexandre Ricardo

Depois do sucesso com o goleiro Anderson, contratado pelo Athletico Paranaense e convocado para a Seleção Brasileira Sub-23, o Santa Cruz tenta acertar em outra aposta oriunda de um grande clube do futebol brasileiro, chegando ao Arruda por empréstimo. A bola da vez é Carlos Miguel, cria das categorias de base do Internacional/RS.

Atualmente com 21 anos de idade, o arqueiro tem incríveis dois metros e quatro centímetros, fatalmente chamando a atenção pela sua avantajada estatura. " É do futebol. Ainda bem que é na função de goleiro, né? (risos). Algumas coisas são facilitadas pelo fato dele ser alto, mas outras situações precisam ser trabalhadas, como agilidade, para que ele esteja na melhor forma possível e consiga nos ajudar ", disse o auxiliar técnico coral, Lucas Isotton.

Vestindo a camisa do Inter de Porto Alegre desde 2016, Carlos Miguel se destacou na Copa São Paulo de Futebol Júnior, ao defender quatro pênaltis e ajudar o clube colorado a chegar na semifinal da competição. Fã de Dida, campeão mundial, o jovem teve um começo de trajetória complicado. Aos sete anos, viu seus pais serem vítimas de um assassinato. O pai, inclusive, foi goleiro do Botafogo/RJ nos anos de 1978 e 1979.

Carioca, um dos novos contratados do Mais Querido chegou a praticar basquete, aproveitando sua altura. Depois de um primeiro teste no Bonsucesso/RJ, passou por Boavista/RJ e Flamengo/RJ, antes de chamar a atenção do Internacional, para onde seguiu no meio de 2016 e foi morar sozinho. Nesta temporada, atuou em dez partidas com a equipe Sub-23, mas ainda não teve a oportunidade de estrear no time profissional.

História parecida com a de Anderson, que apesar de ser campeão brasileiro na categoria sub-20, pelo Palmeiras/SP, nunca ganhou minutos no primeiro time do clube alviverde. Agora, o nome que traz esperança à Torcida Mais Apaixonada do Brasil tem sangue carioca e raízes fincadas no Sul do país. Mas o sonho é o mesmo: de começar a construir uma história.

Foto: Rafael Melo/Santa Cruz

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